sexta-feira, 24 de setembro de 2010
Israel sinaliza possível acordo sobre assentamentos com palestinos
JERUSALÉM - O governo de Israel deu nesta sexta-feira, 24, sinais de que pode chegar a um acordo sobre a expansão de assentamentos israelenses na Cisjordânia, em áreas reivindicadas também pelos palestinos. "Israel está preparado para chegar a um compromisso aceitável para todas as partes", afirmou um alto funcionário do governo. Segundo ele, porém, "não pode haver nenhuma construção" nos assentamentos.
O prazo para a paralisação das construções israelenses acaba no domingo, e os palestinos ameaçam deixar as negociações de paz no Oriente Médio, caso as obras na região recomecem. Segundo o funcionário, o primeiro-ministro, Benjamin Netanyahu, trabalha bastante para chegar a um acordo até domingo. A moratória tem vigorado há 10 meses para as construções na Cisjordânia.
Agora, o governo de Israel indica que pode fazer um novo acordo, aceitável para os palestinos e para os EUA.
Os americanos mediam as conversações no Oriente Médio e já pediram a ampliação das restrições.
Israel já declarou anteriormente que as restrições não seriam renovadas, quando o primeiro-ministro Netanyahu disse que o crescimento natural das colônias judaicas não pode ser barrado. O presidente da Autoridade Nacional Palestina (ANP), Mahmoud Abbas, apesar de ameaçar repetidamente abandonar o diálogo se as construções forem retomadas, indicou que poderia negociar mesmo que a moratória não seja estendida ao dizer que "as conversas são a única forma de chegar à paz".
Obama reafirmou na quinta, duranta a Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), que a moratória deve ser ampliada. O diálogo entre os dois lados ficou paralisado por 20 meses, desde que Israel lançou uma violenta ofensiva na Faixa de Gaza contra o grupo militante Hamas, em dezembro de 2008. O Hamas controla Gaza. As informações são da Dow Jones.
FONTE:http://www.estadao.com.br/noticias/internacional,israel-sinaliza-possivel-acordo-sobre-assentamentos-com-palestinos,614682,0.htm
O prazo para a paralisação das construções israelenses acaba no domingo, e os palestinos ameaçam deixar as negociações de paz no Oriente Médio, caso as obras na região recomecem. Segundo o funcionário, o primeiro-ministro, Benjamin Netanyahu, trabalha bastante para chegar a um acordo até domingo. A moratória tem vigorado há 10 meses para as construções na Cisjordânia.
Agora, o governo de Israel indica que pode fazer um novo acordo, aceitável para os palestinos e para os EUA.
Os americanos mediam as conversações no Oriente Médio e já pediram a ampliação das restrições.
Israel já declarou anteriormente que as restrições não seriam renovadas, quando o primeiro-ministro Netanyahu disse que o crescimento natural das colônias judaicas não pode ser barrado. O presidente da Autoridade Nacional Palestina (ANP), Mahmoud Abbas, apesar de ameaçar repetidamente abandonar o diálogo se as construções forem retomadas, indicou que poderia negociar mesmo que a moratória não seja estendida ao dizer que "as conversas são a única forma de chegar à paz".
Obama reafirmou na quinta, duranta a Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), que a moratória deve ser ampliada. O diálogo entre os dois lados ficou paralisado por 20 meses, desde que Israel lançou uma violenta ofensiva na Faixa de Gaza contra o grupo militante Hamas, em dezembro de 2008. O Hamas controla Gaza. As informações são da Dow Jones.
FONTE:http://www.estadao.com.br/noticias/internacional,israel-sinaliza-possivel-acordo-sobre-assentamentos-com-palestinos,614682,0.htm
Polícia israelense prende 18 palestinos
A polícia israelense prendeu 18 palestinos suspeitos de envolvimento nos distúrbios que ocorreram dos últimos dois dias em Jerusalém Oriental, informou o porta-voz da instituição Micky Rosenfeld, nesta sexta-feira.
Apenas hoje, foram registrados distúrbios nos bairros árabes de Wadi Joz, Ras al Amud e Silwan, onde jovens palestinos jogaram pedras e coqueteis molotov contra as forças de segurança israelenses. A resposta veio com a ajuda da polícia montada, com balas de borracha e gases lacrimogêneos.
Dois dirigentes locais do movimento Fatah, Mahmud Abasi e Adnan Gheit, foram detidos. Em comunicado, a organização assegurou que, apesar das prisões, seguirá lutando para proteger a população contra os colonos israelenses.
Redação: Maria Alice Rangel Vila
FONTE: http://www.band.com.br/jornalismo/mundo/conteudo.asp?ID=100000349935
Apenas hoje, foram registrados distúrbios nos bairros árabes de Wadi Joz, Ras al Amud e Silwan, onde jovens palestinos jogaram pedras e coqueteis molotov contra as forças de segurança israelenses. A resposta veio com a ajuda da polícia montada, com balas de borracha e gases lacrimogêneos.
Dois dirigentes locais do movimento Fatah, Mahmud Abasi e Adnan Gheit, foram detidos. Em comunicado, a organização assegurou que, apesar das prisões, seguirá lutando para proteger a população contra os colonos israelenses.
Redação: Maria Alice Rangel Vila
FONTE: http://www.band.com.br/jornalismo/mundo/conteudo.asp?ID=100000349935
Coreias voltam a tentar acertar reuniões de famílias separadas por guerra
SEUL - Representantes da Cruz Vermelha das duas Coreias se reúnem nesta sexta-feira, pela segunda vez em uma semana, na cidade fronteiriça norte-coreana de Kaesong, para preparar novos encontros de famílias separadas pela Guerra da Coreia (1950-1953).
Nesta nova reunião, as duas partes tentarão chegar a um acordo sobre o local de realização dos encontros de famílias separadas durante 60 anos de divisão do país, assim como o número de participantes, segundo disse à agência sul-coreana Yonhap um porta-voz do Ministério da Unificação de Seul.
Na reunião de sexta-feira passada, os sul-coreanos exigiram que o centro de encontros construído no monte norte-coreano de Kumgang seja a sede da próxima reunião de famílias, mas a Cruz Vermelha da Coreia do Norte não informou o lugar.
Pyongyang pediu, além disso, que cerca de cem famílias de cada lado sejam convidadas para as reuniões, enquanto a Coreia do Sul propôs a inclusão de um maior número de pessoas e reuniões regulares.
No entanto, especialistas sul-coreanos afirmaram que a Coreia do Norte poderia tentar abordar o reatamento do turismo no complexo Kumgang, paralisado desde julho de 2008 quando uma turista sul-coreana morreu baleada por um soldado norte-coreano.
Em abril, a Coreia do Norte confiscou os bens sul-coreanos na região, em protesto pela suspensão do turismo, que era uma das principais fontes de receita em moeda estrangeira para o país.
A última reunião de famílias coreanas aconteceu em setembro do ano passado. Estes encontros começaram a ser realizados em 2000, após a histórica cúpula em Pyongyang entre o então presidente sul-coreano, Kim Dae-jung, e o líder norte-coreano, Kim Jong-il.
As duas Coreias vivem uma moderada melhoria de relações após muitos meses de tensões pelo afundamento em março da embarcação sul-coreana Cheonan, em incidente que causou 46 mortes e que Seul atribui a um torpedo norte-coreano, o que é negado por Pyongyang.
Este mês, a Cruz Vermelha sul-coreana anunciou o envio à Coreia do Norte de cinco mil toneladas de arroz para atenuar o efeito das inundações de agosto no país comunista.
Os dois países estão tecnicamente em guerra, pois a Guerra da Coreia, encerrada em 1953, terminou com a assinatura de um armistício em vez de um tratado de paz.
FONTE: http://www.estadao.com.br/noticias/internacional,coreias-voltam-a-tentar-acertar-reunioes-de-familias-separadas-por-guerra,614598,0.htm
Nesta nova reunião, as duas partes tentarão chegar a um acordo sobre o local de realização dos encontros de famílias separadas durante 60 anos de divisão do país, assim como o número de participantes, segundo disse à agência sul-coreana Yonhap um porta-voz do Ministério da Unificação de Seul.
Na reunião de sexta-feira passada, os sul-coreanos exigiram que o centro de encontros construído no monte norte-coreano de Kumgang seja a sede da próxima reunião de famílias, mas a Cruz Vermelha da Coreia do Norte não informou o lugar.
Pyongyang pediu, além disso, que cerca de cem famílias de cada lado sejam convidadas para as reuniões, enquanto a Coreia do Sul propôs a inclusão de um maior número de pessoas e reuniões regulares.
No entanto, especialistas sul-coreanos afirmaram que a Coreia do Norte poderia tentar abordar o reatamento do turismo no complexo Kumgang, paralisado desde julho de 2008 quando uma turista sul-coreana morreu baleada por um soldado norte-coreano.
Em abril, a Coreia do Norte confiscou os bens sul-coreanos na região, em protesto pela suspensão do turismo, que era uma das principais fontes de receita em moeda estrangeira para o país.
A última reunião de famílias coreanas aconteceu em setembro do ano passado. Estes encontros começaram a ser realizados em 2000, após a histórica cúpula em Pyongyang entre o então presidente sul-coreano, Kim Dae-jung, e o líder norte-coreano, Kim Jong-il.
As duas Coreias vivem uma moderada melhoria de relações após muitos meses de tensões pelo afundamento em março da embarcação sul-coreana Cheonan, em incidente que causou 46 mortes e que Seul atribui a um torpedo norte-coreano, o que é negado por Pyongyang.
Este mês, a Cruz Vermelha sul-coreana anunciou o envio à Coreia do Norte de cinco mil toneladas de arroz para atenuar o efeito das inundações de agosto no país comunista.
Os dois países estão tecnicamente em guerra, pois a Guerra da Coreia, encerrada em 1953, terminou com a assinatura de um armistício em vez de um tratado de paz.
FONTE: http://www.estadao.com.br/noticias/internacional,coreias-voltam-a-tentar-acertar-reunioes-de-familias-separadas-por-guerra,614598,0.htm
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